Delerium – Treinamento MultiOrgástico em Natal/RN

Muitos dizem que a intimidade e a rotina acabam com qualquer relacionamento. Pois para o Tantra, a intimidade é um combustível, uma grande aliada no processo de transformar o sexo em amor e o amor em meditação, abrindo portas para uma experiência meditativa e transcendental que aproxima os casais. 

Com base nesses preceitos, da sexualidade sagrada e na Visão Tântrica do Caminho do Amor, o Centro Metamorfose desenvolveu um encontro chamado Delerium – Treinamento MultiOrgástico para casais. Nesse encontro, ensinamos aos casais técnicas meditativas, corporais, sensoriais e energéticas que conectam os parceiros, criando um campo harmônico que permite uma nova percepção da energia sexual, a energia vital que permeia todas as células do nosso corpo. 

O casal aprende novos estímulos, novas nuances da sua sexualidade, que não só espalham mas também intensificam a energia orgástica, dando-lhe um caráter terapêutico. Essa energia circula livremente pelo corpo, desenvolvendo e aguçando todos os sentidos, permitindo que uma nova percepção seja percebida.

Todo o ambiente é preparado de maneira que cada casal possa se sentir à vontade em sua intimidade, mesmo estando em um grupo. A egrégora que é formada entre todos os participantes desperta uma energia de amorosidade, cumplicidade e respeito. 

donna cerca uomo Gallarate Dias 29, 30 e 31 de janeiro teremos o primeiro encontro de Delerium acontecendo em Natal, na unidade do Centro Metamorfose em Ponta Negra. São pouquíssimas vagas – receberemos um grupo pequeno para podermos fazer um acompanhamento mais aprofundado das práticas desenvolvidas. Clique aqui e faça a sua inscrição.

 

AUM: Meditação, Consciência e Compreensão

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Nossas emoções estão conectadas ao que acontece com o nosso corpo ou estão sujeitas a fatores externos, como essa segunda-feira chata que não para de chover desde cedo? Será possível ter mais controle das nossas emoções? Aprender a contemplá-las sem apego ou senso de identificação? Ou estaremos já condicionados a ter as mesmas respostas aos mesmos estímulos sem sequer darmos conta do quanto do nosso comportamento é automático? Entre reação e estímulo existe um lapso temporal que pode ser preenchido com uma coisinha chamada consciência. A Meditação AUM ensina isso.

meditação aumAUM – além de ser uma das representações gráficas do ÔM, a vibração que deu origem a todo a existência segundo os hindus – é um anagrama para Awareness, Understanding and Meditation, que em português quer dizer Consciência, Compreensão e Meditação. 

Essa vivência é uma meditação social desenvolvida pela Humaniversity que praticamos algumas vezes no tempo que permaneci como terapeuta residente da Comuna Metamorfose. Ela tem uma série de estágios que se sucedem sem pausa, num processo que dura cerca de 2h30min. Ela é feita em grupo, tem atividade corporal, trabalho com voz, respiração, trabalha suas relações sociais, o Vishuddha, o seu centro energético da comunicação e da expressão e vários outros padrões físicos, mentais e emocionais.

A Meditação AUM é uma técnica que leva a pessoa mais perto do entendimento de que as emoções são nossas e nos preenchem da maneira que escolhemos. O pneu do carro fura no dia que você tem uma reunião cedo e ainda por cima acordou atrasado… Aí você, num súbito ato de extravasar uma mágoa, xinga, chuta, fica puto com o carro. Esse desabafo físico não é pelo carro, mas sim pelas diversas escolhas que você fez ao longo da sua vida que você começa a querer discordar. Preste atenção a isso. Raiva, mágoa, alegria, tristeza, tudo isso nasce dentro da gente, não de um fator externo, e geralmente têm algo valioso a dizer. Abrace a sensação, diz a AUM, acolha o que for que o seu corpo sentir e a experiência será libertadora. 

meditação AUM

Meditação AUM – Festival Vida, Amor e Riso. (todas as fotos pertencem ao Centro Metamorfose).

 

Tive a grande oportunidade de conduzir esse trabalho no festival Vida, Amor e Riso que tivemos na Comuna Metamorfose no último reveillon. É uma experiência incrível poder acompanhar o processo das pessoas com um outro ponto de vista, cuidando de cada um, tomando cuidado para não se envolver. Enfim, é um aprendizado sem igual.

 

http://gayweddingitalia.it/donna-cerca-donna-torino/ Dia 25 de Outubro, na Unidade Metamorfose da Vila Madalena, uomo cerca donna Adige às 16h teremos um encontro para 20 pessoas que queiram participar desse processo lindo de terapia energética, sentimental e emocional. O encontro deve seguir até 19h30min, 20h no máximo, já incluso o tempo de socialização e bate papo antes e depois da prática. A contribuição para esse trabalho é de 100R$. Será um grande prazer compartilhar esse aprendizado com todos vocês! A inscrição pode ser feita pelo formulário abaixo:

 

 

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Abraço!

 

 

Por que o sexo casual parece tão atraente?

sexo casualNão pretendo aqui cair numa esfera de falso moralismo, dizendo coisas como “sexo é para procriação” ou “sexo antes do casamento é pecado”. Nada disso. Pretendo sim, buscar entender, porque na sociedade que vivemos uomo cerca donna Busto Arsizio a proposta do Sexo Casual, o sexo com pessoas quase aleatórias, com as quais não temos nenhuma intimidade, donna cerca uomo Alessandria têm se mostrado tão interessante quando comparado a um relacionamento duradouro.

Talvez seja um círculo de amizades perturbado, mas é fato que tenho visto, cada vez mais, pessoas procurando alternativas de conseguirem se aproximar da proposta de sexo casual, buscando assim dissociar a ideia de sexo com o vínculo do relacionamento. Nada contra. O importante é buscar sempre a felicidade, seja como for.

A pergunta que faço é: por que lidar com a energia sexual dessa maneira? O que existe em uma transa sem intimidade que não existe no sexo com um parceiro fixo, de longa data? 

A primeira palavra que vem à tona é novidade. É o argumento que muito ouço por aí. 

Sexo não gasta com o tempo – o que acaba é a criatividade. Parto do pressuposto que uma pessoa, para se tornar um parceiro de longa data, deve ter despertado uma química, uma atração sexual que, com o passar do tempo, foi ficando morna. Mas a culpa disso não está no sexo em si. Quantas pessoas que relatam estar enjoadas do sexo na relação sequer conhecem o corpo do parceiro a fundo? Quantos conseguem realmente se conectar durante o ato sexual de maneira a não ficarem presos nos pensamentos do passado e do futuro, mas sim vivenciar uma experiência plena dos sentidos, baseada no aqui-agora? Quantos transam pensando no trabalho, no celular, na caixa de emails que nunca zera? É a falta de presença faz as pessoas viverem em trabalhos que não gostam, em cidades que não suportam e em relacionamentos vazios. 

Há quem diga que o tesão acaba. Eu amo minha parceira, mas não sinto mais atração.

Claro que acaba. Tudo que você não tomar conta vai acabar mais rápido. Experimente fazer isso com dinheiro e veja quanto tempo ele dura. Todas as coisas que você não cuida duram menos do que aquelas que você cuida; é um fato. O que você tem feito para manter o tesão na sua relação? Uma transa de 10 minutinhos por semana na qual você e sua parceira sequer se olham no olho? A mesma posição e os mesmos estímulos de sempre? Por acaso você já perguntou pra sua parceira como e onde ela gosta de ser acariciada? Já compartilhou os seus desejos com ela? Assim como pessoas brigam e fazem as pazes o tesão da relação pode diminuir ou aumentar, de acordo com a intenção e com a vontade de ambos presentes no relacionamento. 

Não quero diminuir o valor do sexo casual de maneira nenhuma. Como disse no começo; se é a escolha que te faz feliz, siga em frente com alegria. Mas desde que seja uma escolha. Ficar pulando de cama em cama, transando com pessoas as quais sequer chegamos a conhecer pode ser uma boa escolha, mas fazê-lo porque você encontra uma dificuldade em manter uma relação séria, duradoura e, claro, com muito tesão, pode sim ser um problema.

No Tantra aprendemos um caminho de desenvolvimento sensorial, de percepção e intensificação da energia sexual presente no nosso corpo. Esse aprendizado nos ensina ficarmos absolutamente presentes, em um estado meditativo, usando todos os sentidos para, em uma troca com o nosso parceiro, elevarmos a nossa consciência a um estado diferenciado. É preciso entrega, confiança e intimidade para que isso aconteça. E, ironicamente, quanto mais fundo se mergulha nesse poço de amor, mais forte fica a energia sexual. 

Nós aprendemos tudo sobre a sexualidade de maneira muito deturpada no mundo de hoje. Por isso as relações ficam rasas, sem graça e sem tesão. O Tantra anda na contramão desses (des)ensinamentos e mostra um caminho diferente. Um caminho no qual a intimidade e a confiança não acabam com a novidade e sim, dão um tesão danado.

Como apimentar a relação

No início, praticamente todo relacionamento tem o mesmo padrão – o casal mal pode se encostar que vem uma energia não se sabe de onde que deixa ambos desesperados para chegarem na cama e arrancarem as roupas com os dentes. Muitos inclusive – aqueles que não tem uma cama por perto – acabam encarando qualquer canto mais reservado (às vezes nem tão reservado assim) e satisfazem esse desejo urgente onde quer que seja. A essa força que movimenta os corpos dessa maneira – que pode ser percebida no toque, no cheiro, no beijo ou em vários outros estímulos – a sabedoria popular deu o nome de química.

como apimentar a relaçãoMas, o conhecimento empírico nos mostra que existe uma equação maluca que faz essa química evaporar. Uma equação difícil de se calcular, mas que envolve fatores como tempo, rotina, estresse, cansaço, falta de criatividade, preguiça, e mais uma série de fatores específicos que atacam casos isolados. A pergunta que fica é: o que o casal pode fazer para não ser vítima desse resfriamento íntimo e sexual que atinge grande número de parceiros mundo afora?

Resposta: o casal pode conhecer o Tantra! Muito mais do que um guia prático para um sexo incrível, o Tantra é uma filosofia comportamental que ensina não apenas como lidar com o próprio corpo, mas também como tratar e venerar o corpo do parceiro. Muito do que acontece nessa perda de química entre os parceiros vem de preconceitos ligados ao ato sexual, a falta de conhecimento do próprio prazer e o bloqueio na verdadeira entrega. A maneira como desenvolvemos nossa sexualidade – muitas vezes por meio da masturbação, tendo a pornografia como professora – cria um série de condicionamentos limitantes que, não apenas atrofiam a criatividade dos amantes, mas também não permitem que trabalhemos de maneira saudável a energia sexual. Transamos com o foco no orgasmo, pensando na finalidade da coisa, sem sequer focar nossa atenção no começo e no meio, na parte mais prazerosa do processo. Nossa relação sexual é uma viagem de avião, rápida e desconfortável, na qual tentamos dormir a maior parte do tempo, quando poderia ser uma viagem de trem, muito mais agradável, sem pressa, com uma vista deliciosa ao redor.

Dentro de seus muitos princípios, o Tantra ensina a contemplar o parceiro com respeito ao seu corpo e com uma multiplicidade de sensações. Conhecer o corpo do companheiro com o uso de todos os sentidos, com tranquilidade. Sentar, em silêncio, olhando-se nos olhos, fazendo aflorar confiança e intimidade; trocar toques suaves por todo o corpo, espalhando carinho e afeto por toda a superfície da pele; ouvir e falar sobre o seu prazer, o que gosta, o que não gosta; saber reconhecer no outro os efeitos que cada estímulo traz, o que surpreende, o que excita. Muitos pensam que a finalidade do sexo tântrico é persistir por horas e horas quando, na verdade, isso é apenas a consequência da coisa. A finalidade é elevar a energia sexual, mantendo o fogo que se acende no início da relação e torná-lo mais intenso, em vez de prosseguir o caminho normal das relações que segue correndo até o orgasmo, libera pouca energia e não satisfaz.

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Delerium – Treinamento MultiOrgástico para Casais é uma vivência desenvolvida pelo Centro Metamorfose para casais que buscam uma nova maneira de se relacionar, com base na visão tântrica do Caminho do Amor.

 

Em contato com o Tantra o casal reaprende a sexualidade e muda a maneira de se relacionar. A mudança de conceitos é tão intensa que a intimidade do casal se transforma. Os corpos começam a se descobrir novamente, como acontecia no início. Assim, o relacionamento recebe uma injeção de química e tudo volta a ser divertido como deveria ser.

Fato é que todo relacionamento terá seus altos e baixos. Aproveitar os momentos de bonança e não se conformar, mudar os momentos de dificuldade apenas aproximará o casal. Não fique de braços cruzados esperando sua relação se recuperar sozinha e espontaneamente. Faça acontecer. Saia do rotina. Busque novidades. Afinal, o de sempre você já tem, e já se cansou.

Para os casais que querem se lançar no mundo do Tantra e redescobrirem a sua intimidade, existe um trabalho muito bonito desenvolvido pelo Centro Metamorfose – o maior centro de Tantra do Brasil – chamado Delerium. Trata-se de um Treinamento MultiOrgástico para Casais que buscam uma nova maneira de se relacionar, um modo mais íntimo e intenso de se conhecerem. Nesse encontro o casal mergulha em vivências tântricas que os coloca na mesma sintonia; aprende como trabalhar a energia sexual por meio dos 5 sentidos; descobrem como explorar todo o corpo do parceiro, criando uma excitação diferente, com orgasmos secos, múltiplos, ejaculatórios, perenes… É uma ótima maneira de “apimentar” a relação, em um espaço de amorosidade, respeito e, principalmente, com o foco no aspecto sagrado do sexo.

Dias 12, 13 e 14 de junho – o final de semana do dias dos namorados – esse encontro acontecerá na Praia da Pipa, perto de Natal e João Pessoa. Quer aproveitar o clima de amorosidade e união que permeia a data? Faça a sua inscrição no site do centro metamorfose!

 

 

 

Missionários do Sexo

1984Em seu romance mais famoso – 1984 – George Orwell nos traz uma distopia na qual um governo mal intencionado, por meio de diversas ferramentas, manipula e desvirtua seu próprio povo. Uma dessas ferramentas é a repressão à sexualidade, que é vista como uma ameaça ao sistema conservador vigente. Já outro autor, Aldous Huxley, com um estilo semelhante, mas com ideias completamente diferentes, apresenta em seu romance “Admirável Mundo Novo” uma sociedade na qual crianças são estimuladas a terem relações sexuais com outras crianças, onde, inclusive, uma recusa de sexo por parte do homem ou da mulher é vista como distúrbio, transtorno ou, pior ainda, um plano maligno contra o governo de alguma forma.

Nenhum desses autores, porém, tirou essas ideias do nada. Há séculos que as maiores igrejas – as religiões de varejo – descobriram que controlar a sexualidade de um povo – seja pela repressão, seja pela distorção do seu valor – é o mesmo que controlar esse povo. A história nos mostra – católicos, judeus, evangélicos, muçulmanos, etc – sendo castrados de uma forma ou de outra pelos seus líderes, pelos seus textos dogmáticos. Não usar camisinha, não transar, não se masturbar, oferecer virgens como recompensa, enfim, controlar a relação que a pessoa tem com seu próprio corpo e, consequentemente, com o corpo do outro como as religiões fazem – geralmente tendo acesso a mente das pessoas quando ainda são crianças – pode criar sequelas das mais variadas. 

E isso não acontece apenas por ação das religiões: diversos tipos de instituições poscircuncisãosuem na sua rotina diária uma tentativa de controle da sexualidade alheia. Governos são ótimos nisso, principalmente quando se omitem em questões ligadas aos direitos das minorias, como o grupo LGBT. Recentemente tivemos a tão polêmica pesquisa feita pelo Ipea que “constatou” que uma maioria da população entende que mulheres de roupas curtas estão “pedindo para serem estupradas”. Isso não pode ser fruto de outra coisa senão de uma ignorância patriarcal, de um machismo predominante que se alimenta do tabu que se criou em torno da sexualidade. Não se fala sobre isso, não se discute. Adolescentes assim ficam vítimas da internet e de todo o seu conteúdo pornográfico para descobrirem a sexualidade. Meninas e mulheres seguem precisando de uma força hercúlea para mudar a visão que a sociedade tem sobre seu corpo e seu comportamento.  

O Tantra, seus ensinamentos e seus “missionários”

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Na contramão desse status quo doentio, temos um grupo de pessoas – que graças à existência, tem se multiplicado exponencialmente a cada ano – que enfrentam todos esses conceitos preconceitos diariamente, buscando o aflorar de uma nova sexualidade humana. Sediados na serra da Mantiqueira, disseminam a cultura e os princípios do Tantra para pessoas que procuram soluções, curas ou simplesmente uma nova maneira de encarar a própria sexualidade. Falo aqui do Centro Metamorfose e de seus terapeutas tântricos.

Sob a Coordenação de Deva Nishok – pesquisador de longa data do Tantra e da sexualidade – essas pessoas fazem um curso de capacitação em Terapia Tântrica desenvolvimento pelo próprio Metamorfose após longos anos de pesquisa. Mais do que isso, do que uma simples sistematização de técnicas, essas pessoas passam por vivências que transformam a maneira que o corpo lida com sua energia sexual intrínseca. Após meses de experiências, essas pessoas saem de lá transformadas e com o ímpeto de transformar. 

Mas transformar o quê?

Transformar todos esses conceitos limitantes que a sociedade nos impõe quando o assunto é sexualidade. Transformar a relação que as pessoas têm com seu próprio corpo, suas noções de prazer, de êxtase. Transformar os vícios, traumas e abusos, eliminando as sequelas e as influências que esses tem no comportamento de hoje. Transformar o sexo em algo sagrado, divino, como algo que é capaz de criar a vida deve ser encarado. Transformar, consequentemente, a humanidade que se multiplica em relações vazias, sem aporte energético e sem vitalidade, em uma humanidade consciente do seu poder de realização, da sua autoridade em moldar o mundo em algo melhor, carregando as novas vidas que são geradas de uma energia sexual plena.

São esses que chamo ludicamente de “missionários do sexo”, que levam seus interagentes a se reconectarem com a pureza e com a amorosidade que existe em seus corpos. Eles ensinam o caminho para uma sexualidade espiritualizada, que procura elevar a consciência do ser humano, sem nos acorrentar em joguinhos sociais, em dogmas religiosos ou preconceitos ignorantes. Ensinam que o corpo é sagrado, que o orgasmo é terapêutico e que para lidar com o sexo não precisamos de um contexto sexual, tampouco de sedução. Pessoas que estão apenas no início de um caminho – paradoxalmente novo e tão antigo – mas que já sentiram o chamado de espalharem essa palavra aos quatro ventos, unicamente por terem sentido em suas vidas as transformações que o tantra traz. Uma carreira que é escolhida pelo coração, pela alma, e não pelo bolso, como tantas outras.

 

Uma sexualidade plena

sexualidade plenaUma sociedade em paz com a energia sexual com certeza se tornará uma sociedade muito menos neurótica, mais livre das respostas automáticas que damos aos estímulos que recebemos. A sexualidade plena, espiritualizada, harmoniza o corpo e a mente, trabalhando de maneira fisiológica no equilíbrio hormonal que precisamos no organismo. Nossos humores – nossos estados de espírito – biologicamente falando não passam de uma bioquímica cerebral, de uma descarga hormonal. Medo cria adrenalina, o hormônio que nos prepara para fugir, nos camuflar ou lutar. O orgasmo expandido, de caráter terapêutico, cria serotonina, oxitocina, endorfina, hormônios ligados à satisfação e ao prazer. 

É de uma união saudável dos princípios do masculino e feminino que o mundo de hoje precisa. Menos traumas, menos dores, menos entraves. E muito disso parte do sexo e da relação doentia que criamos com ele. Quando não conseguimos entender nossa sexualidade de maneira plena e saudável, pouco a pouco todo o nosso corpo vai se tornando rígido e travado. Os movimentos ficam bruscos, a emoções ficam ásperas e os condicionamentos vão limitando as nossas experiências. Nosso universo fica cada vez mais reduzido, as barreiras se erguem e o ser humano passa a se sentir solitário, avesso. Os sentidos deixam de trazer sensações ao corpo e a mente passa a assumir esse papel de nos entregar experiências. Assim, o sentimento de relacionar-se, por exemplo, fica reduzido a uma tela minúscula de telefone quando existem tantos olhos para serem olhados, vozes a serem ouvidas, perfumes a serem inalados.

A plenitude sexual passa pelo despertar sensorial, uma relação mais rica com a existência e tudo que a permeia. É necessário que acordemos os sentidos, que recobremos a consciência energética e emocional do nosso corpo. Somente assim os ensinamentos universais como “amai-vos uns aos outros” deixarão de ser meras falácias e se transformarão em comportamento. O Tantra é uma filosofia comportamental; você não precisa entender nada, assimilar nenhum conceito. Basta a experiência. Ela sim, tem o poder de transformar nossas atitudes. E se você procura uma experiência transformadora, libertadora e transcendental, procure um dos “missionários do sexo”, os Terapeutas Tântricos do Centro Metamorfose. Eles carregam a palavra muda do Tantra estampada em seus sorrisos.

Terapeuta tantrico spuniversidade da nova sexualidade