minecraft slot makinesi yapımı 1984Em seu romance mais famoso – 1984 – George Orwell nos traz uma distopia na qual um governo mal intencionado, por meio de diversas ferramentas, manipula e desvirtua seu próprio povo. Uma dessas ferramentas é a repressão à sexualidade, que é vista como uma ameaça ao sistema conservador vigente. Já outro autor, Aldous Huxley, com um estilo semelhante, mas com ideias completamente diferentes, apresenta em seu romance “Admirável Mundo Novo” uma sociedade na qual crianças são estimuladas a terem relações sexuais com outras crianças, onde, inclusive, uma recusa de sexo por parte do homem ou da mulher é vista como distúrbio, transtorno ou, pior ainda, um plano maligno contra o governo de alguma forma.

oyun makinaları firmaları Nenhum desses autores, porém, tirou essas ideias do nada. Há séculos que as maiores igrejas – as religiões de varejo – internetsiz king oyna descobriram que controlar a sexualidade de um povo – seja pela repressão, seja pela distorção do seu valor – é o mesmo que controlar esse povo. A história nos mostra – católicos, judeus, evangélicos, muçulmanos, etc – sendo castrados de uma forma ou de outra pelos seus líderes, pelos seus textos dogmáticos. Não usar camisinha, não transar, não se masturbar, oferecer virgens como recompensa, enfim, controlar a relação que a pessoa tem com seu próprio corpo e, consequentemente, com o corpo do outro como as religiões fazem – geralmente tendo acesso a mente das pessoas quando ainda são crianças – pode criar sequelas das mais variadas. 

E isso não acontece apenas por ação das religiões: diversos tipos de instituições poscircuncisãosuem na sua rotina diária uma tentativa de controle da sexualidade alheia. Governos são ótimos nisso, principalmente quando se omitem em questões ligadas aos direitos das minorias, como o grupo LGBT. Recentemente tivemos a tão polêmica pesquisa feita pelo Ipea que “constatou” que uma maioria da população entende que mulheres de roupas curtas estão “pedindo para serem estupradas”. Isso não pode ser fruto de outra coisa senão de uma ignorância patriarcal, de um machismo predominante que se alimenta do tabu que se criou em torno da sexualidade. Não se fala sobre isso, não se discute. Adolescentes assim ficam vítimas da internet e de todo o seu conteúdo pornográfico para descobrirem a sexualidade. Meninas e mulheres seguem precisando de uma força hercúlea para mudar a visão que a sociedade tem sobre seu corpo e seu comportamento.  

O Tantra, seus ensinamentos e seus “missionários”

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Na contramão desse status quo doentio, temos um grupo de pessoas – que graças à existência, tem se multiplicado exponencialmente a cada ano – que enfrentam todos esses conceitos preconceitos diariamente, buscando o aflorar de uma nova sexualidade humana. Sediados na serra da Mantiqueira, disseminam a cultura e os princípios do Tantra para pessoas que procuram soluções, curas ou simplesmente uma nova maneira de encarar a própria sexualidade. Falo aqui do Centro Metamorfose e de seus terapeutas tântricos.

Sob a Coordenação de Deva Nishok – pesquisador de longa data do Tantra e da sexualidade – essas pessoas fazem um curso de capacitação em Terapia Tântrica desenvolvimento pelo próprio Metamorfose após longos anos de pesquisa. Mais do que isso, do que uma simples sistematização de técnicas, essas pessoas passam por vivências que transformam a maneira que o corpo lida com sua energia sexual intrínseca. Após meses de experiências, essas pessoas saem de lá transformadas e com o ímpeto de transformar. 

Mas transformar o quê?

Transformar todos esses conceitos limitantes que a sociedade nos impõe quando o assunto é sexualidade. Transformar a relação que as pessoas têm com seu próprio corpo, suas noções de prazer, de êxtase. Transformar os vícios, traumas e abusos, eliminando as sequelas e as influências que esses tem no comportamento de hoje. Transformar o sexo em algo sagrado, divino, como algo que é capaz de criar a vida deve ser encarado. Transformar, consequentemente, a humanidade que se multiplica em relações vazias, sem aporte energético e sem vitalidade, em uma humanidade consciente do seu poder de realização, da sua autoridade em moldar o mundo em algo melhor, carregando as novas vidas que são geradas de uma energia sexual plena.

São esses que chamo ludicamente de “missionários do sexo”, que levam seus interagentes a se reconectarem com a pureza e com a amorosidade que existe em seus corpos. Eles ensinam o caminho para uma sexualidade espiritualizada, que procura elevar a consciência do ser humano, sem nos acorrentar em joguinhos sociais, em dogmas religiosos ou preconceitos ignorantes. frisør nykøbing f slotsgade Ensinam que o corpo é sagrado, que o orgasmo é terapêutico e que para lidar com o sexo não precisamos de um contexto sexual, tampouco de sedução. Pessoas que estão apenas no início de um caminho – paradoxalmente novo e tão antigo – mas que já sentiram o chamado de espalharem essa palavra aos quatro ventos, unicamente por terem sentido em suas vidas as transformações que o tantra traz. Uma carreira que é escolhida pelo coração, pela alma, e não pelo bolso, como tantas outras.

 

Uma sexualidade plena

sexualidade plenaUma sociedade em paz com a energia sexual com certeza se tornará uma sociedade muito menos neurótica, mais livre das respostas automáticas que damos aos estímulos que recebemos. A sexualidade plena, espiritualizada, harmoniza o corpo e a mente, trabalhando de maneira fisiológica no equilíbrio hormonal que precisamos no organismo. Nossos humores – nossos estados de espírito – biologicamente falando não passam de uma bioquímica cerebral, de uma descarga hormonal. Medo cria adrenalina, o hormônio que nos prepara para fugir, nos camuflar ou lutar. O orgasmo expandido, de caráter terapêutico, cria serotonina, oxitocina, endorfina, hormônios ligados à satisfação e ao prazer. 

É de uma união saudável dos princípios do masculino e feminino que o mundo de hoje precisa. Menos traumas, menos dores, menos entraves. E muito disso parte do sexo e da relação doentia que criamos com ele. go site Quando não conseguimos entender nossa sexualidade de maneira plena e saudável, pouco a pouco todo o nosso corpo vai se tornando rígido e travado. Os movimentos ficam bruscos, a emoções ficam ásperas e os condicionamentos vão limitando as nossas experiências. Nosso universo fica cada vez mais reduzido, as barreiras se erguem e o ser humano passa a se sentir solitário, avesso. Os sentidos deixam de trazer sensações ao corpo e a mente passa a assumir esse papel de nos entregar experiências. Assim, o sentimento de relacionar-se, por exemplo, fica reduzido a uma tela minúscula de telefone quando existem tantos olhos para serem olhados, vozes a serem ouvidas, perfumes a serem inalados.

A plenitude sexual passa pelo despertar sensorial, uma relação mais rica com a existência e tudo que a permeia. É necessário que acordemos os sentidos, que recobremos a consciência energética e emocional do nosso corpo. Somente assim os ensinamentos universais como “amai-vos uns aos outros” deixarão de ser meras falácias e se transformarão em comportamento. O Tantra é uma filosofia comportamental; você não precisa entender nada, assimilar nenhum conceito. Basta a experiência. Ela sim, tem o poder de transformar nossas atitudes. E se você procura uma experiência transformadora, libertadora e transcendental, procure um dos “missionários do sexo”, os Terapeutas Tântricos do Centro Metamorfose. Eles carregam a palavra muda do Tantra estampada em seus sorrisos.

Terapeuta tantrico spuniversidade da nova sexualidade